domingo, 2 de janeiro de 2011
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Por que voltaste?

Tu partiste, Por Deus não deverias ter voltado
Pois abalaste os pilares de minha ostentação
Abrindo ferida que a outrora tens me causado
Pirando-me a cabeça queimando-me a paixão
Tu partiste, levara consigo minha bela aurora
Todo Meu azul do céu meu jardim meu chão
Voltar-te deveras não trouxeste nada agora
A não ser amargura, sofrimento e solidão.
Voltar-te e aos teus olhos me pedira perdão
Como posso eu dar-te o que me levar-te
Deixaste-me sobre a relva a contemplar-te
O vento frio da noite que uiva amarga solidão
Como posso eu oh! Virtuoso Deus perdoar-te
Se tudo que deixar-te foi um vazio no coração
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Amor idolatrado

Se eu proclamo e julgo maior o meu amor
E faço dele ícone de intensa idolatria
É por que sou um ilustre trovador
E não um anormal cheio de hipocrisia
Se eu contemplo e exclamo com fervor
Maior virtude caro amigo, não teria
Se os sonhos me fazem um pensador
Se vós sonhasse quem sabe entenderia
É por que vós me obriga a ser assim
É tiro, morte e pancada pra todo o lado
Então não critique meu amor idolatrado
E ame o próximo e seja sensato enfim.
domingo, 15 de agosto de 2010
"Desengano"
Sangrei o meu coração nos raios da aurora
Percebo que tudo não passou de ilusão...
Em ruma de ruínas esta meu castelo agora
Com ele na profundeza ficou meu coração
Efêmera tempestade em dilúvio de outrora
Perdi a boa circunspecção, perdi a razão...
Que faço agora com minha alma que chora
Perdido as sombras no labirinto da paixão.
Alcei vôo, belo era o alvor, agora só o luar
Fauno, emissário anuncia a minha tristeza
Sobre a relva olho para o céu a contemplar
O que fez a poesia, sem essência da beleza
Eu, que tanto idolatrei a essência de amar
Hoje decepcionado não tenho tanta certeza
domingo, 20 de setembro de 2009

Teus olhos são espelhos d'água
Onde refletem a pureza divina
Acalmar, tanta beleza deságua
És esplendor de mulher menina
Movimentos dedicados a caricia
Cada toque enlouquecera o amor
Loucura, momentos de malicia
Na arte de amar explode o ardor
Menina mulher, mulher menina
Tamanha doçura ampla emoção
Mulher... Amar-te é minha sina
Morrer em teus braços obrigação
Anjo mulher deusa mitiga felina
Por ti mística morrerei de paixão

Pelas minhas noites mal dormidas
Pelas luas que não tenho contemplado
Pelas auroras que não me és fornecidas
Pelo calor do beijo que me fora roubado
Pelas tuas curvas que me deixou feridas
Pelo alvor dos teus olhos que me é negado
Pelas estradas que me foras perdidas
Pelas lagrimas que formaram enxurradas
Pelas noites frias e madrugadas geladas
Pelo tormento infernal que tenho passado
Juro por Deus eu vou ter que te esquecer
Pelos sofrimentos que me tem conturbado
Vou bani-la do meu peito e sem ti irei viver
Por Deus...

